Tecnologia e pneus especiais impulsionam a produtividade do arroz irrigado
Com safra estimada em 11,1 milhões de toneladas, produtores investem em máquinas adaptadas para enfrentar solos úmidos e janelas curtas de operação
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Produzir arroz irrigado no Brasil é um exercício constante de precisão. Entre solos encharcados, janelas curtas de plantio e margens cada vez mais apertadas, a eficiência operacional deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade.
Com previsão de 1,6 milhão de hectares semeados e produção estimada em 11,1 milhões de toneladas na safra 2025/2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o cereal segue estratégico para o abastecimento interno.
Nesse cenário, a mecanização adaptada às condições de solo alagado tornou-se peça-chave para garantir produtividade e controle de custos.
Diferentemente de outras culturas, o arroz irrigado demanda operações em ambientes de alta umidade, o que exige máquinas com maior capacidade de tração e estabilidade.
Um dos diferenciais está no uso de pneus R2, desenvolvidos com garras mais profundas que os modelos agrícolas convencionais. Esse formato melhora a aderência em áreas encharcadas, reduz a patinagem e assegura maior regularidade nas atividades de preparo, plantio e colheita.
“O arroz irrigado exige precisão e robustez operacional. A escolha correta dos equipamentos influencia diretamente o rendimento e a qualidade da safra”, disse Lucas Zanetti, gerente de Marketing Produto da Massey Ferguson.
No plantio, a atenção se concentra na preservação da estrutura do solo. Equipamentos com pneus de alta flutuação ajudam a distribuir melhor o peso da máquina, reduzindo a compactação e favorecendo a emergência uniforme das plantas. Reservatórios de maior capacidade também contribuem para otimizar o tempo de operação, diminuindo paradas para reabastecimento.
Já na colheita, sistemas híbridos que combinam tecnologias de trilha convencional e axial ampliam a eficiência na separação e limpeza dos grãos, reduzindo perdas e quebras — fatores determinantes para a rentabilidade do produtor.
A incorporação de tecnologias embarcadas, como piloto automático e sistemas de agricultura de precisão, reforça esse movimento. Ao minimizar sobreposições e melhorar o alinhamento das passadas, essas soluções permitem uso mais racional de insumos e maior previsibilidade dos resultados.
Em um ambiente produtivo cada vez mais técnico e orientado por dados, a mecanização adaptada às condições do arroz irrigado consolida-se como um dos principais vetores de competitividade da cultura no Brasil.
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