Tradição e consciência ambiental na folia das crianças
Reaproveitamento e criatividade marcam celebração comunitária

Fantasias feitas com materiais reaproveitados. Sem glitter e confete. Em algumas escolas, o carnaval deixou de ser apenas um feriado no calendário para se tornar uma vivência cultural alinhada à sustentabilidade e à educação integral.
No espaço ekoa, em São Paulo, crianças de 4 e 5 anos confeccionaram um grande dragão inspirado no tradicional bloco “Acho é Pouco”, de Olinda (PE).
A proposta partiu do contato com referências do carnaval brasileiro e ganhou forma a partir do reaproveitamento de materiais que as próprias crianças já possuíam, incentivando criatividade e responsabilidade ambiental desde a infância.
“O carnaval é uma das maiores expressões da cultura popular brasileira. Ao vivenciá-lo de forma ativa, as crianças constroem sentidos coletivos e aprendem sobre diversidade, respeito e convivência”, disse Marcos Mourão, professor e coordenador dos especialistas da escola.

Ao unir cultura popular, sustentabilidade e participação ativa, a proposta demonstra que o carnaval pode ser também um espaço de aprendizagem viva — onde celebrar e cuidar do meio ambiente caminham juntos.
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