Um mês de aventuras na estrada com a Chevrolet S10 Z71
Experiência pelo interior paulista com conforto, força e estilo

Mais de 3 mil quilômetros rodados durante um mês no estado de São Paulo e apenas quatro tanques de diesel S10 consumidos.
A S10 Z71 veio para mostrar — e comprovar — que é muito mais do que uma versão aventureira da Chevrolet S10.
Robusta e bem equipada, traz motor 2.8 Duramax turbodiesel, 52 kgfm de torque, câmbio automático de oito marchas e tração 4x4, conjunto que garante força e conforto em qualquer situação.
O visual esportivo chama atenção pelos detalhes em preto e vermelho, enquanto a multimídia se mostrou eficiente, com opções de carregamento por indução ou cabo. Além disso, oferece total segurança, tanto para o uso urbano quanto para as estradas de terra.

A GM cedeu ao Blog, durante um mês — sendo a única montadora que permite esse tipo de teste prolongado — a S10 Z71, ano de fabricação 2025, modelo 2026. Retirei a picape diretamente da GM, em São Caetano do Sul, com 8.938 km rodados.
Enfrentamos a onda de calor extremo que passou pelo estado, e o ar-condicionado deu conta do recado, mantendo o interior sempre fresco e confortável.

Seja na cidade, nas estradas de terra ou em fazendas, o ronco do motor a diesel soava quase como um “cantar de passarinhos”.
A Z71 atraiu inúmeros olhares e comentários.“É um branco diferente, parece creme… nem aparece a sujeira do barro e do pó da estrada, né?”, disse um frentista encantado com a beleza da picape.

O tanque cheio da “Zezê” — como a apelidei — oferece uma autonomia de 793 km. Mas confesso: pagar R$ 8,68 no litro do diesel S10 em Holambra, interior de São Paulo, doeu no bolso. Ainda assim, sou daquelas que sempre completa o tanque. O combustível mais barato encontrei por R$ 6,59 em Brotas, também no interior paulista.
A caçamba da Zezê levou todas as malas e ainda a bicicleta do Rafa. E a limpeza foi simples, com ótimo escoamento da água — quem tem caminhonete sabe o quanto isso faz diferença no dia a dia.
A Chevrolet é uma marca carregada de memórias afetivas na minha família. Temos até um livro com fotos de vários modelos que passaram por nossas vidas: Monza sedã e hatch, Diplomata, Opala, Kadett, D-20, Ômega, entre outros.
Poder testar mais uma picape nas expedições do Blog me fez voltar no tempo e reforçou a importância que uma marca pode ter na vida de um cliente.
Foram “apenas” 3 mil quilômetros em família, por várias cidades do interior — que você vai conferir em outras matérias aqui no Blog —, todos muito bem acomodados, aliás, graças ao conforto interno da Zezê, mas com inúmeras lembranças de bons momentos a bordo de uma Chevrolet S10 Z71.
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