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Lewandowski anuncia saída do ministério da Justiça até a próxima semana

“Missão cumprida” é o discurso de saída; antes do recesso, o ministro já havia avisado Presidente Lula e a auxiliares

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, deve anunciar sua saída do cargo até a próxima semana.
  • Lewandowski já havia comunicado ao presidente Lula sobre sua decisão antes do recesso.
  • A saída dele reabre discussões sobre a possível divisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
  • Andrei Rodrigues, atual diretor da Polícia Federal, é um forte candidato para liderar o novo Ministério da Segurança Pública.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ricardo Lewandowski deve deixar o Ministério da Justiça; Lula avalia dividir a pasta e nomes como Andrei Rodrigues e Rodrigo Pacheco ganham força Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski deve ser o primeiro a anunciar a saída do executivo este ano.

Já no dia 18 de dezembro, Lewandowski sinalizou aos seus auxiliares do MJSP de que “sairiam antes do esperado”. O discurso, no entanto, é de que ele estaria cansado e já teria cumprido a missão à frente da pasta.


No dia 23, Lewandowski conversou com o presidente Lula sobre sua saída. E ontem avisou o resto da equipe sobre sua decisão.

A mudança na pasta reabre a discussão em torno de uma divisão do ministério. A pauta do momento no país gira em torno da Segurança Pública, que será tema relevante nas próximas eleições.


Um forte candidato para um Ministério da Segurança Pública é o atual diretor Geral da Policia Federal, Andrei Rodrigues.

A frente da PF desde o início do governo Lula, Andrei tem traquejo politico e conta com a confiança do presidente. Delegados da corporação fazem campanha ativa pela divisão e pelo nome de Andrei há pelo menos três meses.


Lula agora busca um nome para a Justiça, que caso a divisão ocorra, ficará esvaziada, mas ainda com temas relevantes como migração, recuperação de ativos e extradições.

Um forte nome para ministro da Justiça é o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco, que tem forte interlocução com o Supremo Tribunal Federal.


Pelo menos outros 19 ministros devem deixar os cargos para concorrer a posições nas próximas eleições.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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