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Na Espanha, Lulinha diz que acompanha com tranquilidade quebra de sigilos por CPMI

A amigos próximos, Fábio Luís Lula da Silva afirma que não foi a primeira nem será a última vez que “é alvo de abusos”

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, disse a amigos que está tranquilo quanto à aprovação da quebra de seus sigilos pela CPMI.
  • A CPMI investiga fraudes no INSS e Lulinha foi mencionado em um esquema de desvios de pagamento.
  • Ele considera a quebra de sigilos um abuso, já que não é formalmente investigado.
  • Governistas criticaram a manobra da votação simbólica que resultou na aprovação da quebra dos sigilos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Amigos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, contaram ao blog sob reserva que o filho do presidente Lula está tranquilo quanto à aprovação da quebra de sigilo dele. Segundo a avaliação, Lulinha seria vítima de tentativa de desgaste político para atingir seu pai.

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovou, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha.


A comissão investiga suspeitas de fraudes e irregularidades no pagamento de benefícios a aposentados e pensionistas. O filho do presidente da República teve o nome mencionado em uma das fases da Operação Sem Desconto, como um dos supostos beneficiários no esquema de desvios.

Apesar de afirmar estar tranquilo sobre a quebra de seus sigilos pela CPMI, Lulinha considera isso um abuso. Ele afirma não ser formalmente investigado para ter sigilos quebrados.


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Um amigo próximo de Lulinha afirmou que, “por ser filho do presidente, ele não tem que ter privilégios, nem está acima da lei, nem abaixo também.”

Governistas chamaram de “manobra” a decisão do presidente da CPMI, o senador Carlos Viana, de realizar uma votação simbólica que levou à aprovação da quebra dos sigilos.


Uma primeira votação do requerimento tinha ficado em 18 votos a 12 pela preservação dos sigilos de Lulinha. Viana alegou desorganização e falta de entendimento dos parlamentares sobre a pergunta quem era a favor ou quem era contra para realizar outra votação em requerimento simbólico, quando os parlamentares aprovaram a quebra.

Lulinha se mudou para Madri, na Espanha, com a família. Motivo de parlamentares pedirem a apreensão dos passaportes dele ao STF no mês passado.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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