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Quarta Instância

Expectativa no STF é julgar ações sobre eleições no Rio após a Páscoa

Decisão sobre eleições indiretas para o mandato-tampão passará pela análise em plenário presencial

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF deve julgar ações sobre eleições indiretas para o mandato-tampão no Rio após a Páscoa.
  • O ministro Cristiano Zanin suspendeu as eleições indiretas, determinando que a decisão ocorra em plenário presencial.
  • A escolha do próximo governador será feita pelos deputados estaduais da Alerj, após a renúncia de Castro e sua inelegibilidade até 2030.
  • Enquanto isso, o desembargador Ricardo Couto de Castro lidera o Executivo do Rio de Janeiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Castro renunciou o cargo um dia antes do TSE o declarar inelegível Rogério Santana/Gov RJ - 03.03.2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve marcar para depois da Páscoa o julgamento sobre eleições indiretas para o mandato-tampão no governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em uma ação, o ministro Cristiano Zanin determinou a suspensão de eleições indiretas para o mandato-tampão, entendendo que o caso deve ser decidido em plenário presencial.


O ministro também pediu destaque em outro julgamento sobre o mesmo tema que ocorria no plenário virtual. Por isso, o julgamento deverá ser reiniciado no plenário físico do Supremo. Neste caso, já havia maioria para ser eleição indireta e secreta.

No TSE

Nesta semana, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu que a escolha do próximo governador do Rio de Janeiro será feita de forma indireta, ou seja, pelos deputados estaduais da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), e não pelo voto direto da população.


A definição ocorreu após a renúncia de Castro, que deixou o cargo um dia antes do julgamento no TSE que o declarou inelegível até 2030.

Castro foi condenado por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. As investigações apontaram, entre outras irregularidades, o uso indevido da Fundação Ceperj e da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com finalidade eleitoral.


Enquanto as eleições não ocorrem, quem fica à frente do Executivo do Rio de Janeiro é o presidente do Tribunal de Justiça do estado, o desembargador Ricardo Couto de Castro.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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