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Quarta Instância

Familiares e amigos de Marielle acompanham julgamento juntos

No local, parentes se abraçaram e conversaram bastante emocionados

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, e Clébio Cavagnolle, da RECORD Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A 1ª Turma do STF iniciou o julgamento de cinco acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em março de 2018.
  • Familiares e amigos de Marielle estão presentes e demonstram grande emoção durante a sessão, incluindo sua viúva, irmãos e a filha.
  • Anielle Franco destacou a importância do julgamento como uma resposta à impunidade e à defesa da democracia.
  • O pai de Marielle expressou confiança nos ministros do STF para que a justiça seja feita aos réus do crime.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Familiares conversaram e ficaram emocionados no julgamento Rosinei Coutinho/STF - 24.02.2026

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começou a julgar cinco acusados de planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco em março de 2018, no Rio de Janeiro. A sessão conta com a presença das defesas dos réus, além de familiares, políticos e ativistas que reivindicam a condenação dos acusados.

A viúva de Marielle, Mônica Benício, a irmã Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, os pais, irmã e a filha chegaram à Suprema Corte, em Brasília, acompanhados da viúva do motorista Anderson Gomes, Agatha Reis.


Eles assistem juntos ao julgamento dos mandantes do assassinato. No local, amigos e familiares se abraçaram e conversaram bastante emocionados.

O semblante de todos é de tensão e esperança. “Não tem o que comemorar. O que minha família está passando hoje é uma exceção que deveria ser a regra. Essa é uma resposta para a democracia e para aquelas pessoas que ainda acham que nenhum crime deve ficar impune”, disse Anielle Franco.


O presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, amigo de Marielle, afirmou que “parece que foi ontem aquele dia”.

O pai da vereadora, Antônio Francisco da Silva, também falou com a imprensa e declarou confiar “cegamente” nos ministros do STF.


“Hoje será um dia primordial para que os indivíduos que sentaram no banco dos réus sejam julgados. Eles não deram nenhuma chance de defesa para Marielle, mas estão com banca de advogados para que não sejam condenados pelo que fizeram”, afirmou Antônio. “Confio cegamente nos ministros do STF, que não vão se deixar levar pelas falácias dos advogados”, completou.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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