39 dias de Bolsonaro na Papudinha: 144 atendimentos médicos, 36 de advogados e 4 visitas religiosas
Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda, após condenação a 27 anos e 3 meses de prisão
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Entre 15 de janeiro e 22 de fevereiro deste ano, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu 144 atendimentos médicos, 36 visitas de terceiros solicitadas pela defesa e 13 sessões de fisioterapia.
As informações constam na decisão do ministro Alexandre de Moraes no âmbito da Execução Penal 169, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele nega novo pedido de prisão domiciliar do ex-mandatário.
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De acordo com o despacho, “em um período que compreendeu 39 (trinta e nove) dias”, Bolsonaro teve “atendimento médico permanente e diário em 144 (cento e quarenta e quatro) ocasiões diferentes”, além de “13 (treze) sessões de fisioterapia” e “33 (trinta e três) sessões de atividades físicas (caminhada)” .
A decisão também registra “36 (trinta e seis) visitas de terceiros devidamente solicitadas pela Defesa” e “atendimento por seus advogados em 29 (vinte e nove) dias”, além de quatro dias de “ampla assistência religiosa” .
Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda, após condenação a 27 anos e 3 meses de prisão. A defesa pediu prisão domiciliar humanitária, mas a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o benefício.
O laudo da Polícia Federal concluiu que “o quadro clínico geral do periciado é estável, não havendo necessidade de encaminhamento de urgência no momento”.
O documento acrescenta que, embora haja “quadro clínico de alta complexidade, caracterizado por múltiplas doenças crônicas e comorbidades”, tais condições “não ensejam, no momento, necessidade de transferência para cuidados em nível hospitalar” .
No exame psíquico, os peritos registraram que o ex-presidente estava “lúcido e plenamente orientado no tempo e no espaço”, com “pensamento com forma, curso e conteúdo preservados, sem indícios de delírios ou alucinações” .
Ao negar a prisão domiciliar, Moraes afirmou que “não se verifica a presença dos requisitos excepcionais para a concessão de prisão domiciliar humanitária”, destacando ainda os “atos concretos de tentativa de fuga, inclusive com o rompimento do monitoramento eletrônico”.
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