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Atendimentos de idosos com doença de Parkinson no SUS aumentaram 33% desde 2015

Número de atendimentos na atenção primária à saúde cresceu de 17 mil para 24 mil em uma década

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A demanda por atendimentos de idosos com doença de Parkinson no SUS cresceu 33% desde 2015.
  • O número de procedimentos na atenção primária aumentou de 17 mil para 24 mil ao longo de uma década.
  • Na atenção especializada, as internações na faixa etária de 60 a 70 anos subiram de 339 para 417 entre 2015 e 2022.
  • O Ministério da Saúde promove ações para conscientizar sobre a doença e garantir assistência integral aos pacientes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministério promove ações de conscientização para reduzir o estigma social da doença de Parkinson Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

A demanda por atendimentos de pacientes entre 60 e 70 anos com doença de Parkinson no SUS (Sistema Único de Saúde) cresceu 33% desde 2015. Segundo dados levantados pelo R7 Planalto, o número de procedimentos realizados na atenção primária, como Unidades Básicas de Saúde, subiu de 17 mil para 24 mil em pouco mais de uma década (veja raio-x).

Na atenção especializada, como internações em hospitais, a demanda também cresce nesta faixa etária: de 339, em 2015, para 417 no ano passado. Os números se referem aos procedimentos realizados e não ao quantitativo de pessoas, pois um mesmo paciente pode gerar mais de um registro no sistema do Ministério da Saúde.


Atendimentos de Parkinson no SUS Luce Costa/Arte R7

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Neste sábado (11), Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, a pasta realiza ações para esclarecer a enfermidade e reduzir o estigma social da doença.

Em nota à coluna, o ministério disse que assegura assistência integral às pessoas com a doença por meio da Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica, que organiza a linha de cuidado com ações de promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação em todos os níveis de atenção.


“O cuidado segue o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da doença, que estabelece critérios diagnósticos e orienta o tratamento medicamentoso e as terapias especializadas”, pontua.

Segundo a pasta, “além das intervenções cirúrgicas em situações específicas, o SUS oferece tratamento medicamentoso contínuo e acompanhamento multiprofissional, contribuindo para o controle dos sintomas e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com Parkinson”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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