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Combustíveis começam 2026 em alta; aumento do etanol chega a 13%

Levantamento mostra que todos os combustíveis subiram em janeiro, principalmente etanol e gasolina; veja dados

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Preços de combustíveis aumentaram em janeiro de 2026, com destaque para etanol e gasolina.
  • Gasolina subiu 1,63%, enquanto etanol teve um aumento de 3,46% em média nacional.
  • Alta é atribuída ao reajuste do ICMS e à menor oferta de etanol devido à entressafra.
  • Apenas três estados têm etanol como alternativa vantajosa para abastecimento: Amapá, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O preço médio da gasolina avançou em 24 estados brasileiros em janeiro, na comparação com dezembro de 2024. No mesmo período, o etanol registrou alta em 25 unidades da federação, com o maior aumento concentrado no Nordeste, onde chegou a 12,91%.

O diesel também apresentou elevação, observada em 21 estados.


Levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, aponta que, entre todos os estados, o etanol apresenta vantagem econômica em três: Amapá, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

A análise considera transações realizadas entre 1º e 26 de janeiro em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.


Na média nacional, a gasolina comum atingiu R$ 6,483, avanço de 1,63% em relação a dezembro do ano passado, quando o valor médio chegou a R$ 6,379. O etanol acumulou alta de 3,46%, enquanto o diesel apresentou variação positiva de 0,56%.

Combinação de variáveis

Segundo o diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, Marcelo Braga, a elevação expressiva dos combustíveis no início de 2026 combina o reajuste do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) com o período de entressafra da cana-de-açúcar.


“Essa elevação reflete a atualização da alíquota do ICMS, em vigor desde 1º de janeiro, e a menor oferta de etanol no mercado. Embora a Petrobras tenha reduzido o preço da gasolina para as distribuidoras no fim de janeiro, o reflexo nas bombas demora dias ou semanas para chegar ao consumidor final”, afirma.

Braga acrescenta: “Isso ocorre pelo giro dos estoques e pela complexa composição de custos, envolvendo margens de revenda, mistura do etanol anidro e variações tributárias estaduais”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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