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Comissão de Ética impõe quarentena a ex-secretárias de Turismo; custo será de R$ 270 mil

A Comissão de Ética Pública avaliou possível conflito de interesses nas novas funções que elas exerceriam no setor privado

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Duas ex-secretárias do Turismo foram colocadas em quarentena pela Comissão de Ética Pública.
  • Elas continuarão recebendo salários, cerca de R$ 22 mil e R$ 24 mil, durante seis meses sem trabalhar.
  • A medida visa evitar conflitos de interesse em suas novas funções no setor privado.
  • Ambas devem informar à comissão caso recebam novas propostas nesse período.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cristiane Leal Sampaio e Ana Carla Lopes ficarão em quarentena após decisão da Comissão de Ética Éric Ribeiro/Ministério do Turismo - arquivo, Roberto Casto/MTur - arquivo

Duas ex-titulares do Ministério do Turismo foram colocadas em quarentena pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Com a medida, elas continuarão recebendo seus salários mesmo afastadas da pasta, durante o período de seis meses.

A decisão afeta a ex-secretária nacional de políticas de turismo, Cristiane Leal Sampaio, e a secretária-executiva da pasta, Ana Carla Machado Lopes. Durante a quarentena, Cristiane vai receber cerca de R$ 22 mil bruto, e Ana Carla Machado R$ 24 mil ainda sem os descontos.


Após deixar o ministério em janeiro deste ano, Cristiane pediu para atuar como diretora de atendimento de contas públicas de uma agência de publicidade que tem vários contratos com o governo federal e estadual.

Na avaliação da Comissão, no entanto, o conhecimento de Cristiane sobre o funcionamento interno do ministério beneficiaria a empresa de publicidade. “A sobreposição entre as funções exercidas pela consulente no serviço público e as atribuições previstas para o cargo oferecido na iniciativa privada tem potencial para comprometer a imparcialidade das relações institucionais e negociais”, pontua.


Já no caso de Ana Carla Machado, ela ficou vedada de atuar com uma associação voltada a agências de viagens, por ter acesso, como secretária-executiva, a diversas informações políticas e ministeriais consideradas estratégicas, sensíveis e até restritas.

As duas devem comunicar à Comissão caso recebam novas propostas no período de seis meses.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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