Como o PT tem visto a disputa ao governo de Alagoas
Costuras para campanhas regionais se destacam em meio ao cenário eleitoral para cargos eletivos nacionais
R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília

Embora a campanha eleitoral não tenha oficialmente começado, as eleições para o governo de Alagoas têm chamado a atenção do partido do presidente Lula. Isso porque a indefinição no estado tem “atrasado” a escolha dos candidatos que o PT deve apoiar na disputa.
De um lado, Renan Filho (MDB), atual ministro dos Transportes, vai concorrer ao Palácio República dos Palmares; de outro, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), o JHC, tem se aproximado de Lula desde 2024, mas não decidiu se será candidato ao governo estadual ou ao Senado.
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Ainda entram nas contas os futuros de outras duas lideranças regionais: do senador Renan Calheiros (MDB), que pretende se reeleger à Casa, e do deputado Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara e que também quer uma cadeira no Senado.
Em meio aos embates, o PT colocou a executiva nacional em peso nas conversas, para discussões presenciais com JHC; o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB); Calheiros; e Renan Filho.
Nos últimos dias, além do presidente do partido, Edinho Silva, estiveram em Alagoas o articulador e nome histórico da legenda José Dirceu; Romênio Pereira, secretário nacional de Assuntos Institucionais e um dos fundadores do PT; Joaquim Soriano, vice-presidente nacional e que também participou da criação da legenda; e Camila Moreno, integrante da direção executiva nacional.
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