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CPMI do INSS: mais tempo concedido por André Mendonça é feito inédito no Senado

Pela primeira vez, STF prorroga uma investigação parlamentar; resposta do Senado deve vir após notificação oficial

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro André Mendonça, do STF, prorroga a CPMI do INSS por 120 dias, uma decisão inédita.
  • Este aumento do tempo de investigação por vias judiciais não havia ocorrido anteriormente no Senado.
  • Em 2021, tentativa de prorrogação da CPMI da Pandemia não foi avaliada pelo STF.
  • Decisão de Mendonça ainda precisa passar pelo plenário do Supremo e pode ser contestada pelo Congresso.

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Ministro do Supremo determinou a prorrogação da CPMI do INSS por 120 dias Carlos Moura/SCO/STF

A decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), de prorrogar por 120 dias a investigação da CPMI do INSS é inédita na história do Senado.

A ampliação do prazo por via judicial é um feito sem precedentes, segundo análise de técnicos legislativos ao R7 Planalto.


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Um parecer da advocacia do Senado, solicitado por um parlamentar, confirma que a situação não havia ocorrido anteriormente, segundo relatos à reportagem.

Em 2021, congressistas chegaram a acionar o Supremo para prorrogar a CPMI da Pandemia, mas o pedido não foi avaliado. Na ocasião, o trabalho foi estendido por decisão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à época presidente do Senado.


Desta vez, Mendonça determina que o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), efetive a prorrogação. A decisão ainda será submetida ao plenário do STF e cabe recurso por parte do Congresso.

Nomes próximos a Alcolumbre avaliam que o Senado deve aguardar a notificação oficial antes de definir providências.

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