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Defesa de Silvinei pedirá redução de pena após condenação por trama golpista

Ex-diretor da PRF recebeu pena superior a 24 anos de prisão; advogado afirma que fuga não interfere no pedido ao STF

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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Segundo a Polícia Federal, ele rompeu a tornozeleira eletrônica pouco antes de deixar o Brasil em direção ao país vizinho Edilson Rodrigues/Agência Senado - 20.07.2023

A defesa do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques pretende apresentar à Primeira Turma do STF um embargo de declaração com pedido de redução da pena. Vasques recebeu condenação superior a 24 anos de prisão por envolvimento na trama golpista.

O ex-dirigente da PRF iniciou uma rota de fuga para o Paraguai na madrugada de quinta-feira (25), utilizando um carro alugado. Segundo a Polícia Federal, ele rompeu a tornozeleira eletrônica pouco antes de deixar o Brasil em direção ao país vizinho. Vasques acabou detido provisoriamente no aeroporto paraguaio ao tentar utilizar um documento falso.


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As autoridades locais comunicaram a polícia brasileira, que havia emitido um alerta de fuga. Em seguida, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Vasques. Ainda não há informações sobre a data de retorno ao Brasil.

Apesar do episódio, o advogado Eduardo Simão afirmou que a tentativa de fuga não interfere no pedido de redução da pena. “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”, disse ao R7 Planalto.


A condenação ocorreu em 16 de dezembro. Na ocasião, a Primeira Turma do STF condenou Vasques pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa e dano qualificado.

Vasques havia sido preso em 2023 e solto em agosto do mesmo ano, mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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