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Em ano eleitoral, Lula planeja viajar para quatro países

Petista deve diminuir ritmo de saídas do país em 2026, por conta das eleições

R7 Planalto|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília

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Lula deve sair menos do Brasil em 2026 Ricardo Stuckert/Presidência da República - 21.11.2025

O presidente Lula planeja visitar ao menos quatro nações em 2026, em meio ao ano eleitoral. O petista deve diminuir o ritmo de saída do país devido ao pleito geral, quando deverá disputar a reeleição.

Será a sétima eleição que ele concorrerá — Lula se elegeu deputado federal em 1986 e disputou os pleitos gerais de 1989, 1994, 1998, 2002, 2006 e 2022.


Em fevereiro, o presidente deve fazer uma visita de Estado à Índia. Segundo interlocutores do petista ouvidos pelo R7 Planalto, a viagem faz parte da estratégia de buscar alternativas para diversificar parceiros comerciais e reduzir a dependência de mercados que podem agir de maneira “irracional”, como os Estados Unidos e o tarifaço de Donald Trump.

Na avaliação de fontes próximas a Lula, a Índia tem experiências de políticas públicas que interessam ao Brasil, sobretudo na área de digitalização de serviços públicos.


Em abril, Lula deve ir à Alemanha. O Brasil será homenageado na feira de Hanôver, o maior encontro industrial do mundo. O presidente planeja participar do evento para reforçar o momento de exposição do setor privado brasileiro. A Alemanha é o principal parceiro comercial do país na Europa, então a agenda é vista como positiva por aliados.

Em junho, ocorrerá o encontro do G7, que reúne as sete maiores economias do mundo, na França. O evento ainda não foi marcado pelos franceses, mas deve ser na segunda quinzena do mês. O convite não foi formalizado, mas a diplomacia vê “quase como impossível” o Brasil não ser chamado.


Outras possibilidades

No segundo semestre, há alguns eventos “clássicos”, como a assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos. Em 2010, outro ano eleitoral, Lula não participou.

No entanto, como o Brasil, tradicionalmente, é o primeiro país a discursar, o momento é de visibilidade. Aliados avaliam que a decisão de ir ou não deve ser tomada mais para frente, a depender do momento político.


Outras agendas que devem ocorrer no segundo semestre incluem o encontro do G20, na Flórida, nos EUA; a COP31, na Turquia; e a cúpula do Mercosul, no Paraguai. A participação de Lula nesses eventos é dada como certa, mas ainda sem previsão.

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