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Governo vê uso eleitoral de terras raras como risco à soberania

Para o Planalto, politização de minerais estratégicos ameaça a autonomia do país e serve de munição para disputas eleitorais

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo Lula vê risco à soberania na exploração de terras raras para fins eleitorais.
  • A crítica é direcionada a adversários políticos que promovem alinhamento com os EUA.
  • Flávio Bolsonaro defende aproximação com Washington para inserção na cadeia global de minerais.
  • Brasil deve negociar parcerias estrategicamente, mantendo controle sobre recursos naturais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

'Brasil é solução dos EUA para quebrar dependência da China por minerais', disse Flávio Bolsonaro Youtube CPAC/Reprodução - Arquivo

O governo Lula avalia que o uso político do tema de minerais estratégicos, como terras raras, pode representar um risco à soberania nacional.

Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que o assunto vem sendo explorado por adversários com viés eleitoral, que sugerem um maior alinhamento do Brasil a interesses internacionais, especialmente dos Estados Unidos.


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A crítica refere-se a declarações recentes de integrantes da oposição — a exemplo do pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — que defendem a aproximação com Washington para inserir o país na cadeia global de minerais críticos, em meio à disputa geopolítica com a China.

Para o governo, esse tipo de discurso reduz a autonomia brasileira e transforma recursos naturais em instrumento de campanha.


Nos bastidores, a avaliação é de que o Brasil deve negociar eventuais parcerias de forma estratégica, sem “se oferecer” a potências estrangeiras.

A orientação é manter o controle sobre a exploração e a comercialização desses recursos, considerados essenciais para setores como tecnologia e transição energética.

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