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Lula vai enviar indicação de Messias ao Congresso nesta terça

Mensagem do presidente confirmará avanço do processo para sabatina de indicado ao STF; andamento está suspenso há meses

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente Lula enviará indicação de Jorge Messias ao STF nesta terça-feira (31).
  • A vaga está aberta desde a saída do ministro Luíz Roberto Barroso, em outubro de 2025.
  • Nome de Messias foi escolhido há mais de quatro meses, mas a formalização foi adiada devido a falta de apoio no Senado.
  • Messias deve passar por sabatina na CCJ antes de ser votado no plenário do Senado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, é indicado a vaga aberta na Suprema Corte Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 16.05.2025

O presidente Lula planeja formalizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, como escolhido ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (31).

A etapa consiste no envio de mensagem presidencial ao Congresso Nacional. O texto confirmará a indicação de Messias para a vaga — aberta desde a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025.


O nome de Messias para a vaga foi anunciado em 20 de novembro, mas ainda não havia sido formalizada, devido à falta de apoio que o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União) tinha entre senadores.

O nome dele contrariou, por exemplo, os planos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-chefe da Casa.


Esse movimento chegou a abrir uma crise entre o Planalto e o Congresso. Nos bastidores, aliados de Alcolumbre consideram que o senador ficou incomodado pelo fato de não ter sido consultado antes do anúncio do governo.

Desde então, o Executivo federal havia segurado o envio da mensagem que oficializaria a escolha de Messias, para evitar o risco de essa possibilidade ser derrubada pelo Senado.


Depois disso, o advogado-geral terá de passar por uma sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e, se aprovado, precisará conquistar votos, para contar com a confirmação do Plenário do Senado.

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