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O INSS e o Master: Gilberto Waller tem reunião nesta sexta com liquidante do banco

Presidente da autarquia quer identificar se há consignados irregulares feitos pela instituição financeira com aposentados

R7 Planalto|Natália Martins, RECORD e Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gilberto Waller, presidente do INSS, se reunirá com Eduardo Bianchini, liquidante do Banco Master.
  • O objetivo é identificar empréstimos irregulares feitos pelo banco a aposentados e pensionistas.
  • O INSS bloqueou repasses ao Banco Master até que comprovasse a regularidade dos contratos.
  • Sem documentos comprobatórios, Waller cancelará o contrato e devolverá valores bloqueados aos segurados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gilberto Waller vai tratar de consignados do Master com beneficiários do INSS Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil - 09.05.2025

O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller, tem uma reunião nesta sexta-feira (23) com o liquidante do Banco Master, Eduardo Bianchini, para tratar dos consignados da instituição financeira com os aposentados e pensionistas da autarquia.

O objetivo de Gilberto é reunir documentos e identificar se há empréstimos irregulares feitos pelo Master.


Três meses antes da operação da Polícia Federal, o Instituto já tinha bloqueado os repasses ao banco — descontados dos aposentados e pensionistas em folha de pagamento — até que o Master comprovasse a regularidade dos pedidos.

Sem os documentos comprobatórios, Gilberto vai cancelar o contrato de consignados e o valor bloqueado será devolvido aos segurados do INSS.


Entenda

Conforme a RECORD revelou no começo deste mês, o INSS já tinha bloqueado o Master de fazer empréstimos consignados com aposentados e pensionistas três meses antes da operação da PF que resultou na prisão de Daniel Vorcaro.

A informação foi adiantada por Gilberto Waller em conversa exclusiva com o JR Entrevista.


“O Banco Master, pela quantidade de denúncias e reclamações que tínhamos, três meses antes da liquidação, já tínhamos suspenso o acordo de cooperação [que permitia os acordos consignados]”, contou.

“O Banco Master nos procurou para fazer um acordo e melhorar os padrões de atendimento, questão de portabilidade e juros, mas, quando a gente foi assinar o termo de compromisso, verificamos algumas fragilidades”, relatou o presidente na ocasião.


Waller afirmou ter identificado falhas nos contratos e oficiado por duas vezes o Banco Master para esclarecer as informações, mas logo depois a instituição foi alvo da operação da PF.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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