Logo R7.com
RecordPlus
R7 Planalto

O que embasou a decisão de Moraes para revogar visita de conselheiro de Trump a Bolsonaro

Segundo o ministro, a visita solicitada não está ligada à finalidade oficial apresentada para a entrada do conselheiro no país, que tratará sobre minerais críticos/raros

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Alexandre de Moraes revogou autorização para visita de Darren Beattie a Jair Bolsonaro.
  • A decisão foi baseada na avaliação de que o encontro não se enquadrava no contexto diplomático do visto concedido.
  • A visita não foi previamente comunicada às autoridades diplomáticas brasileiras, o que poderia levar à reanálise do visto.
  • O encontro foi considerado não relacionado à finalidade oficial da entrada de Beattie no Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Moraes havia autorizado a visita nesta terça-feira (10) José Cruz/Agência Brasil

Na decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (12), para revogar a autorização da visita do conselheiro de Donald Trump, Darren Beattie, ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, está o fator de não enquadramento no contexto diplomático de seu visto.


No despacho, Moraes afirma que o pedido feito pela defesa de Bolsonaro não atende às condições relacionadas ao visto concedido a Beattie.

LEIA MAIS

Segundo Moraes, a visita solicitada não está ligada à finalidade oficial apresentada para a entrada do conselheiro no país.


A visita de Darren Beattie, requerida pela defesa de Bolsonaro, não está inserida no contexto diplomático que autorizou a concessão do visto e seu ingresso no território brasileiro”, escreveu o ministro na decisão.

Moraes também destacou que o encontro não foi previamente comunicado às autoridades diplomáticas brasileiras.


De acordo com ele, a ausência dessa comunicação poderia, inclusive, levar à revisão do visto concedido ao conselheiro.

“A visita [...] não foi comunicada, previamente, às autoridades diplomáticas brasileiras, o que, inclusive, poderia ensejar a reanálise do visto concedido”, registrou o ministro ao mencionar o papel do Ministério das Relações Exteriores no acompanhamento da situação.

Search Box
Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.