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Os cinco senadores com quem Messias ainda não conversou para buscar apoio ao STF

Indicado de Lula retoma campanha para angariar votos na próxima semana; ‘beija-mão’ já alcançou 76 dos 81 parlamentares

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jorge Messias, indicado por Lula ao STF, busca apoio entre os senadores.
  • Ele já conversou com 76 dos 81 senadores, mas ainda não falou com cinco deles.
  • Entre os senadores sem conversa estão Rodrigo Pacheco e três parlamentares de oposição.
  • A expectativa é que Messias retome as conversas para garantir votos a partir da próxima semana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para chegar ao Supremo, Jorge Messias precisa passar por sabatina no Senado Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com a indicação ao STF (Supremo Tribunal Federal) formalizada ao Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, prepara-se para retomar a campanha em busca de apoio para a sua aprovação na Casa.

Desde o início da articulação até a confirmação do nome, na quarta-feira (1º), Messias já havia conversado com 76 dos 81 senadores. Contudo, não houve diálogo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que já demonstrou contrariedade à escolha de Messias para o Supremo.


A falta de clima com Alcolumbre, aliás, foi o que motivou o atraso no envio da documentação por parte do Planalto. Lula demorou 132 dias para formalizar o indicado à cadeira deixada por Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Havia receio de que a escolha não tivesse apoio suficiente para ser aprovada.

Além dele, fazem parte da lista de senadores com quem faltaram conversas o ex-presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) — que era o nome defendido por Alcolumbre para o Supremo — e três parlamentares de oposição: Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Sergio Moro (PL-PR) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS).


Os dois últimos são titulares da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), responsável pelo processo de sabatina e onde Messias precisará conquistar ao menos 14 votos entre 27 integrantes.

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Conforme apurou o R7 Planalto, a resistência ao nome de Messias diminuiu dentro do colegiado, mas o apoio mínimo ainda é incerto e precisa ser cultivado. A expectativa é de que ele retome o “beija-mão” entre os senadores a partir de segunda-feira (6).


A ida de Pacheco para o PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin, também pode contribuir para destravar o apoio a Messias no Senado.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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