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PP mantém candidatura de Amin ao Senado em SC apesar de entraves com o PL

Confusão na disputa começou com um acordo entre o PL e o PP, que prevê uma vaga para cada partido

R7 Planalto|Rute Moraes, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A candidatura de Esperidião Amin (PP) ao Senado em Santa Catarina permanece confirmada, apesar de incertezas.
  • A disputa originou-se de um acordo entre o PL e o PP, que prevê uma vaga para cada partido.
  • O PL pode indicar Carlos Bolsonaro, mas aliados de Caroline de Toni alegam que ela é apoiada pelo governador Jorginho Mello.
  • A situação pode complicar a reeleição de Amin, pois Caroline e Carlos possuem potencial de votos que poderiam afetar a eleição.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

PP mantém candidatura de Amin ao Senado Waldemir Barreto/Agência Senado - 17.12.2025

Apesar da incógnita envolvendo a disputa pelas duas cadeiras de Santa Catarina no Senado em 2026, a candidatura à reeleição do senador Esperidião Amin (PP) está mantida, segundo caciques do Progressistas.

A confusão na disputa começou com um acordo entre o PL e o PP, que prevê que cada partido terá direito a uma vaga, compondo uma chapa.


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O nome do PP sempre foi Amin. O do PL, porém, pode ter mudado ao longo do tempo. Isso porque, oficialmente, o partido alega que vai indicar o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) para o posto. Essa teria sido uma ordem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mas, aliados da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) alegam que ela seria a indicação do governador do estado, Jorginho Mello (PL), para o Senado. Mello, porém, teria recuado posteriormente e passou a defender o nome de Amin para a reeleição.


Nos bastidores, o PL já admite que a chapa é, de fato, a que foi combinada com o PP. Isso coloca Caroline fora da disputa, ao menos se ela insistir em tentar se candidatar ao Senado pelo PL.

A parlamentar tem dito, no entanto, que disputará o Senado ainda que seja por outro partido, a exemplo do Novo. Isso, porém, pode colocar em risco a reeleição de Amin no estado, uma vez que a deputada e Carlos teriam votos suficientes para ganhar o pleito. Publicamente, Carlos já defendeu uma “chapa pura” do partido.


Conforme mostrou o R7 Planalto, o PP considera que o PL não pode lançar dois nomes ao posto, ainda que De Toni se filie a outro partido. Esse cenário também poderia configurar quebra de acordo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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