Sem rede e sem celular: como funcionará domiciliar de Bolsonaro
O regime domiciliar prevê ainda monitoramento constante, com fiscalização por parte das autoridades e produção de relatórios periódicos
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que concedeu prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) impõe uma série de restrições rígidas que transformam a medida em um regime de forte controle, apesar de fora do sistema prisional.
Entre as principais determinações está a proibição do uso de telefone celular, o que impede qualquer comunicação direta por chamadas ou aplicativos de mensagem.
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A decisão também veta o acesso a redes sociais, bloqueando a participação do ex-presidente em plataformas digitais — um dos principais canais de mobilização política de seus apoiadores.
O regime domiciliar prevê ainda monitoramento constante, com fiscalização por parte das autoridades e produção de relatórios periódicos sobre o cumprimento das condições impostas.
Visitas também entram no radar: o controle será rigoroso, com limitação de acesso e possibilidade de acompanhamento pelas forças de segurança.













