Travada há quase quatro meses, indicação de Jorge Messias ao STF vira dor de cabeça no governo
Avaliação é de que o cenário só piora com o tempo; entraves incluem o Master e o suposto envolvimento de Lulinha com o INSS
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Prestes a completar quatro meses, a indicação do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) fez com que aliados do presidente Lula (PT) voltassem a defender que a sabatina ocorra no Congresso “o quanto antes”.
Ao R7 Planalto, auxiliares do chefe da AGU avaliam que o nome de Messias perdeu força à medida que o processo eleitoral se aproxima. Segundo interlocutores, “nada é feito pelo presidente” para avançar nas formalidades da indicação.
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Pressão
Nos bastidores, cresce a pressão para que o tema retorne à pauta do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, no início de abril, após o fim da janela partidária.
A aliados, Alcolumbre admite que poderá dar andamento ao processo após a comunicação oficial de Lula. No entanto, avalia que o ambiente político, marcado pelos casos envolvendo o Banco Master e Lulinha dificulta a condução da indicação de Messias.













