Desafios e avanços na educação básica para negros e pobres
Estudo destaca melhorias em apenas 11 estados brasileiros entre 2019 e 2023
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Um levantamento do Instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional revelou que entre 2019 e 2023, apenas 11 estados brasileiros conseguiram melhorar o desempenho de estudantes negros e em situação de vulnerabilidade no ensino básico. A pesquisa analisou notas de avaliações federais em português e matemática, considerando raça e renda.
Durante esse período, São Paulo apresentou uma queda no aprendizado de alunos vulneráveis. Em contraste, seis estados nordestinos, incluindo Pernambuco e Alagoas, mostraram avanços significativos. Segundo Rafael Parente, PhD em Educação, a desigualdade social continua afetando profundamente o aprendizado no Brasil.
Os dados indicam que o analfabetismo entre crianças pretas e indígenas permanece elevado. Além disso, a infraestrutura precária em escolas frequentadas majoritariamente por alunos negros agrava a desigualdade educacional. Parente ressaltou que investir em educação de qualidade é essencial para romper ciclos de pobreza.
O estudo destacou que estados como Piauí e capitais como Goiânia, Macapá e Aracaju conseguiram reduzir desigualdades raciais e socioeconômicas. Parente acredita que vontade política e planejamento técnico sério são cruciais para transformar esse cenário.
Perguntas e Respostas
Qual foi o foco do levantamento realizado pelo Instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional?
O levantamento analisou o desempenho de estudantes negros e em situação de vulnerabilidade no ensino básico entre 2019 e 2023, considerando notas de avaliações federais em português e matemática.
Quais estados mostraram avanços significativos no desempenho educacional de alunos vulneráveis?
Seis estados nordestinos, incluindo Pernambuco e Alagoas, mostraram avanços significativos, enquanto São Paulo apresentou uma queda no aprendizado desses alunos.
Qual é a situação do analfabetismo entre crianças pretas e indígenas segundo o estudo?
O estudo indica que o analfabetismo entre crianças pretas e indígenas permanece elevado, evidenciando a desigualdade educacional.
O que o especialista Rafael Parente sugere para melhorar a educação no Brasil?
Rafael Parente destaca que investir em educação de qualidade é essencial para romper ciclos de pobreza e acredita que a vontade política e o planejamento técnico sério são cruciais para transformar o cenário educacional.
Assista ao vídeo - Educação precisa de investimento e planejamento técnico sério, diz especialista
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