Rio de Janeiro Adolescente coloca fogo em sala de aula na Baixada Fluminense

Adolescente coloca fogo em sala de aula na Baixada Fluminense

Caso é investigado pela Polícia Civil como fato análogo ao crime de tentativa de homicídio. Ninguém se feriu

Vídeo flagrou o momento em que fogo foi apagado com extintores

Vídeo flagrou o momento em que fogo foi apagado com extintores

Record TV Rio

Um aluno de cerca de 13 anos colocou fogo na sala de aula na Escola Municipal Deoclécio Dias Machado Filho, em Mesquita, na Baixada Fluminense, na última terça-feira (22). O caso é investigado pela Polícia Civil como fato análogo ao crime de tentativa de homicídio. 

Segundo pais de alunos, o adolescente entrou com um galão, contendo um produto inflamável, que seria gasolina, e riscou um fósforo.

Um vídeo flagrou o momento em que as chamas foram apagadas, enquanto alguns estudantes gritavam. Não houve registro de feridos no local. 

Os responsáveis pelos menores questionaram a segurança da unidade e a atuação de profissionais no controle do tipo de material que os alunos levam para o colégio.

"Não nos passaram nada. A única coisa que me disseram no WhatsApp é que teria aula normal. Minhas filhas não vieram. Vão esperar acontecer algo mais grave? E o menino? Será que ele está precisando de alguma ajuda?", perguntou Amanda, em entrevista à Record TV, ao criticar a falta de posicionamento da escola em relação ao incêndio. 

A Secretaria Municipal de Educação disse que está apurando o caso para tomar as medidas necessárias e que o fogo foi rapidamente controlado, com extintores de incêndio. Além disso, ressaltou que o Conselho Tutelar foi acionado, assim como a Guarda Civil Municipal e toda a equipe técnico-pedagógica.

Por meio de nota, a Prefeitura Municipal de Mesquita afirmou que dá todo o respaldo de segurança para as suas unidades da rede pública municipal de ensino.

Também declarou que o quadro de funcionários está completo em 100%, incluindo agentes de pátio, inspetores, auxiliares de recepção, auxiliares de serviços gerais, além do corpo docente e gestor, e que há portões eletrônicos e câmeras de vigilância nos espaços comuns.

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