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Após onda de protestos, moradores de Niterói e São Gonçalo continuam sem energia elétrica

O Tribunal de Justiça determinou o restabelecimento do serviço sob pena de multa diária de R$ 100 mil

Rio de Janeiro|Do R7

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Moradores protestaram contra a falta de energia
Moradores protestaram contra a falta de energia

Nesta manhã de terça-feira (21), moradores de diferentes pontos de Niterói, na região metropolitana do Rio, relataram que estão sem luz há mais de 48 horas. Os primeiros relatos de queda de energia tiveram início após o temporal que atingiu a cidade no último sábado (18).

Pela internet, o prefeito de Niterói, Axel Grael, cobrou urgência para


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solucionar o problema. O Ministério Público do Rio instaurou um procedimento administrativo para apurar as falhas no fornecimento pela empresa Enel, concessionária que atende a região. O Tribunal de Justiça aceitou o pedido e determinou nesta segunda-feira (20) o restabelecimento da energia num prazo de seis horas, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

O mesmo problema também foi registrado em São Gonçalo. No fim de semana, moradores fizeram protesto na BR-101. Eles colocaram fogo em pneus e chegaram a bloquear a via nos dois sentidos. Nesta segunda-feira (20), novas manifestações foram registradas em Niterói (foto).


O que diz a Enel

A Enel informou que 98% dos clientes afetados pela tempestade registrada na noite de sábado (18), na área de concessão da empresa, tiveram o serviço normalizado.

A companhia disse ter mobilizado um reforço de equipes entre domingo (20) e segunda (21), principalmente nas cidades mais afetadas, como Niterói, São Gonçalo, Maricá e Petrópolis. 

Além disso, afirmou ter implementado “mesas de cooperação” com as prefeituras destes municípios para atuação mais rápida. 

"A Enel esclarece que os atendimentos em curso hoje são mais localizados e muitas vezes complexos, porque demandam a reconstrução da rede, exigindo horas de serviço em cada local. Como as emergências estão espalhadas em diferentes pontos específicos, o restabelecimento do serviço ocorre de forma gradativa, apesar de todo o adicional de técnicos atuando nas ruas".

Responsável pelo serviço em 63 municípios fluminenses, a Enel divulgou que os estragos na rede elétrica atingiram mais de 100 postes, 50 transformadores e 50 mil equipamentos, incluindo mais de 11 mil conectores.

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