Rio de Janeiro Bombeiros fazem buscas por Edson Davi, desaparecido há 4 dias, na praia da Barra da Tijuca

Bombeiros fazem buscas por Edson Davi, desaparecido há 4 dias, na praia da Barra da Tijuca

Na tarde deste domingo (7), familiares fizeram uma manifestação na orla com cartazes e bandeiras

  • Rio de Janeiro | Bernardo Pinho*, do R7

Edson Davi está desaparecido desde a última quinta (4)

Edson Davi está desaparecido desde a última quinta (4)

Reprodução | RECORD

O Corpo de Bombeiros realiza buscas na praia da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, pelo menino Edson Davi, de 6 anos, na manhã desta segunda-feira (8).

Ele está desaparecido desde a última quinta-feira (4), quando foi visto na altura do posto 4. 

Segundo a mãe, ele estava brincando na areia próximo à barraca do pai quando um funcionário do local diz ter visto o menino pela última vez com duas crianças e um "gringo".

Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu Whatsapp
Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp
Compartilhe esta notícia pelo Telegram
Assine a newsletter R7 em Ponto

Em determinado momento, o pai percebeu que Edson Davi havia sumido e registrou o desaparecimento. O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer buscas no mar e por toda a extensão da faixa de areia da praia.

Após a mãe do menino ter relatado um possível sequestro, agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca), iniciaram as investigações por meio da análise de imagens de câmeras de segurança, que ficam próximas do local do desaparecimento.

Em uma das imagens, o menino brinca com duas crianças. Em outro trecho, ele aparece correndo na areia e conversa com vendedores ambulantes. Foram registradas também imagens do garoto com o pai num quiosque, antes do sumiço. 

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou, em nota, que liberou para a Polícia Civil imagens de cinco câmeras instaladas nos postos 3, 4 e 5 da Barra da Tijuca. As imagens continuam sob análise para encontrar o momento em que desapareceu.

Na tarde deste domingo (7), familiares fizeram uma manifestação na orla. Com cartazes e bandeiras, eles cobraram mais rapidez nas buscas pelo menino.

*Sob a supervisão de Maria Ferri

Últimas