Carnaval 2016: rainha da Unidos de Padre Miguel comemora 10 anos à frente da bateria da zona oeste
Karina Costa começou na agremiação aos 14 anos e tatuou símbolo da escola em homenagem
Rio de Janeiro|Do R7

Em 2016, Karina Costa comemorará 10 anos no posto de rainha de bateria da Escola de Samba Unidos de Padre Miguel. A beldade, que está solteira, relembra como tudo começou e diz que guarda na lembrança o dia que recebeu o convite para estar à frente da bateria.
— Comecei quando eu tinha apenas 14 anos, estava num ensaio de rua, a Unidos era do grupo D e desfilava na Intendente de Magalhães. Eu iria desfilar na ala de passistas, porém o falecido mestre Celso me viu sambando e perguntou se eu queria ser rainha de bateria, eu adorei a ideia, minha mãe deixou e cá estou.
Karina afirma que estar há 10 anos à frente da bateria da Unidos é algo que “não consegue descrever”.
— Estar à frente da bateria é parte da minha vida, minha história. Uma década desfilando... Já sei cada gesto que o mestre faz pra cada paradinha, na minha cabeça é como se eu também conduzisse a bateria. Um amor que não troco por nada e nem por ninguém.
A rainha diz que em seu coração não cabe o amor que sente pelo pavilhão da vermelho e branco da Zona Oeste.
— O amor que eu sinto pela Unidos é imenso demais, vibro, sofro, choro e dou risada com minha comunidade. Sou completamente apaixonada pela minha escola. Tanto que tatuei o símbolo dela no meu braço esquerdo como prova de amor e lealdade.
Cuidados com o corpo
Para manter o corpo em forma, Karina não descuida da malhação.
— Faço muito exercício aeróbico, muita musculação, tratamentos estéticos e tratamento endocrinológico com meu médico. Sou muito vaidosa.
A rainha ainda conta o segredo para manter o “bumbum na nuca”.
— Bastante repetições com caneleiras e quatro apoios [rios].
Karina Também segura na alimentação e faz uma dieta balanceada sem exageros.
— Não ligo para chocolate, não tomo leite e o glúten eu consegui tirar da minha dieta... Gosto de uma comida mais levinha, fui acostumada desde pequena porque meu pai tinha uma fixação por comidas saudáveis e vivia de olho na glicose e colesterol.















