Caso Laís: mulher apontada como mandante é suspeita de participar de golpes de empréstimo consignado
Segundo a polícia, o suposto envolvimento de Gabrielle Cristine com uma organização criminosa será apurado posteriormente
Rio de Janeiro|Do R7

A polícia descobriu que a mulher apontada como mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, no Rio de Janeiro, é suspeita de envolvimento em golpes de falso empréstimo consignado.
Segundo o delegado Robinson Gomes, responsável pela investigação na Delegacia de Homicídios, a suposta participação de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário em uma organização criminosa será apurada posteriormente.
Para o delegado, a prioridade é localizar a foragida da Justiça pelo crime de homicídio. Recentemente, ela mudou a aparência: coloriu os cabelos na cor preta e passou a usar óculos para escapar da polícia.
De acordo com as investigações, o assassinato foi encomendado por Gabrielle com a promessa de pagamento de R$ 20 mil. A motivação para o crime seria a obsessão em obter a guarda da enteada, que é filha de Laís.
Durante a apuração do caso, a polícia identificou e prendeu outras três pessoas envolvidas na trama criminosa:
- Ingrid Luiza da Silva Marques: apontada como intermediária no contato entre mandante e assassino;
- Davi de Souza Malto: suspeito de atirar contra Laís;
- Erick Santos Maria: identificado como piloto da moto usada no crime.
No último dia 4, Laís foi baleada com um tiro na nuca quando empurrava o carinho do filho caçula, de apenas 1 ano e 8 meses, em uma rua do bairro de Sepetiba, zona oeste da cidade.
Imagens de câmeras de segurança mostraram que ela foi monitorada por dois homens em uma moto. Os vídeos ajudaram a identificar Davi na garupa e também como sendo o atirador.
Em conversas obtidas pela investigação, a polícia levantou que Laís havia recebido ameaças por meio de mensagens cerca de uma semana antes do crime. A vítima chegou a suspeitar que Gabrielle seria a pessoa responsável pelas intimidações.
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