Caso Laís: polícia afirma que mandante do assassinato enviou fotos falsas de criança lesionada para ‘motivar’ executores
Gabrielle Cristine tinha obsessão em obter a guarda da enteada, que é filha da vítima, de acordo com as investigações
Rio de Janeiro|Do R7

A polícia fez novas revelações sobre o assassinato de Laís Gomes Pereira no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, a mulher apontada como mandante da morte da jovem tinha “obsessão” em obter a guarda da filha da vítima. Para “motivar” os executores do crime, ela teria inventado que a criança era vítima de maus-tratos.
O delegado Robinson Gomes, responsável pela investigação, disse que a suspeita Gabrielle Cristine, ao encomendar a morte mediante o pagamento de R$ 20 mil, enviou ao atirador fotos falsas de criança lesionada.
“Para gerar ódio nos executores em relação à vítima, ela enviava fotos fake de crianças com lesões na parte dorsal, sem aparecer o rosto. O executor acreditou nessas fotos, pensando que fosse a filha da Laís”, explicou o delegado em entrevista ao Cidade Alerta RJ.
Laís foi morta com um tiro na nuca em Sepetiba, na zona oeste do Rio, no último dia 4. A vítima empurrava o carrinho do filho mais novo, de 1 ano e 8 meses, quando ocorreu o ataque.
Imagens de câmeras de segurança da região ajudaram a polícia a identificar o envolvimento de dois homens em uma moto no crime. A dupla já está presa.
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