Corpo de idosa arrastada por correnteza em Caxias é encontrado na baía de Guanabara
Maria do Carmo Basílio, de 78 anos, estava desaparecida havia cinco dias, desde que o muro da casa dela desabou em um canal
Rio de Janeiro|Do R7

Após cinco dias de buscas, a Guarda Marítima encontrou o corpo de Maria do Carmo Basílio, de 78 anos, na baía de Guanabara, nesta terça-feira (31).
A idosa estava desaparecida desde a última quinta (26), quando foi arrastada pela correnteza.
O acidente aconteceu no momento em que o muro da casa dela desabou, em um canal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após forte chuva.
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Corpo achado na baía de Guanabara
Desde o início dos trabalhos, os agentes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil concentravam as buscas pela vítima no canal do Caboclo e no rio Pavuna.
Para o superintendente da Defesa Civil Municipal, André Xavier, o corpo pode ter sido achado na baía de Guanabara em função da abertura de ecobarreiras.
"Quando chove muito forte, tem um protocolo para abrir a ecobarreira. E, como a chuva de domingo foi muito intensa, eles liberaram", declarou Xavier em entrevista à Record TV Rio.
O corpo de Maria do Carmo já foi levado ao IML (Instituto Médico-Legal) de Caxias. A sobrinha da idosa já foi comunicada para tratar dos trâmites do enterro da vítima.
Maria havia se mudado da Paraíba para o Rio de Janeiro havia cerca de sete anos. Segundo os familiares, ela não tinha filhos e estava sozinha quando o muro desabou.
Casas interditadas na região
A reportagem da Record TV mostrou, nesta terça (31), que moradias foram interditadas pela Defesa Civil, perto do canal Caboclo, porque a água estava avançando na direção das construções.
De acordo com vizinhos, antes do acidente, a prefeitura fazia uma obra no canal e o muro da casa da idosa já estava inclinado. Eles afirmaram que Maria do Carmo havia reclamado que a estrutura estava cedendo.
Segundo a Secretaria de Obras e Defesa Civil de Duque de Caxias, na semana passada, a obra estava na fase de receber galerias de concreto armado em um trecho de 960 metros.
*Sob a supervisão de Bruna Oliveira















