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Corpo de Marielle Franco chega ao cemitério do Caju

Desde cedo militantes fazem manifestações em homenagem à vereadora e ao motorista Anderson Gomes no centro do Rio

Rio de Janeiro|PH Rosa, do R7

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Militantes que realizavam uma vigília na praça Floriano fizeram uma caminhada em direção à Alerj
Militantes que realizavam uma vigília na praça Floriano fizeram uma caminhada em direção à Alerj

Manifestantes fizeram um segundo ato em homenagem a vereadora Marielle Franco, morta na noite de quarta-feira (14), no centro do Rio, depois que os corpos da vereadora e do motorista, Anderson Gomes, deixaram a Câmara Municipal em direção ao cemitério São Francisco Xavier, no Caju, e de Inhaúma, respectivamente. Militantes, que realizavam uma vigília na praça Floriano, fizeram uma caminhada em direção à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio).

O cortejo seguiu pela avenida Rio Branco e fechou a pista do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Em uma das estações, as lideranças gritaram palavras de ordem e levantaram faixas pedindo justiça e o fim da intervenção federal na Segurança do Rio de Janeiro. De um dos prédios da avenida, trabalhadoras jogaram papel picado em apoio à manifestação.


O ato ocorre no mesmo horário em que o corpo da vereadora chegou para ser sepultado no cemitério do Caju, zona norte da cidade. Durante a tarde, os corpos foram velados na Câmara. A cerimônia, assim como o enterro, foi fechada e apenas familiares e amigos das vítimas acompanharam.

Assassinato


A vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista foram mortos a tiros na noite desta quarta-feira (14), no centro do Rio de Janeiro. A política foi atingida com quatro tiros no rosto.

Pouco antes do crime, Marielle transmitiu no Facebook sua participação no evento "Jovens Negras Movendo Estruturas", organizado por ela na Casa das Pretas, na Lapa.


A DH (Divisão de Homicídios) da Polícia Civil do Rio de Janeiro adotou a hipótese de execução na investigação do crime. A assessora da vereadora, que também estava no veículo, conseguiu escapar sem ferimentos.

Ela prestou depoimento durante a madrugada, mas o conteúdo não foi divulgado. Para a polícia, os suspeitos sabiam exatamente a posição da vereadora dentro do veículo e, por isso, há fortes indícios de que foi um crime planejado e pensado anteriormente.

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