Rio de Janeiro Delegacia vai apurar morte do miliciano Ecko em van da polícia

Delegacia vai apurar morte do miliciano Ecko em van da polícia

Traficante mais procurado do Estado do Rio levou um tiro quando ainda estava dentro da casa e outro já na van com policiais

Agência Estado
Na imagem, miliciano Ecko

Na imagem, miliciano Ecko

Divulgação Polícia Cívil do RIO de Janeiro

A Delegacia de Homicídios da Polícia Civil do Rio vai investigar as circunstâncias da morte do miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, na manhã de sábado, 12. Localizado numa casa em Paciência, zona oeste da cidade, o miliciano mais procurado do Estado levou um tiro quando ainda estava dentro da casa e outro já na van da polícia.

Segundo os agentes, ele teria tentado desarmar uma policial e levado o tiro derradeiro para evitar que os ferisse e fugisse. A versão foi amplamente questionada nas redes sociais, com pessoas alegando uma suposta "queima de arquivo" - já que as milícias são grupos que contam com a participação de policiais.

"A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) vai investigar a ação dos policiais, que resultou na morte do miliciano 'Ecko'; tanto no interior da residência, como durante o socorro no interior da van", informou a Polícia Civil. "A perícia foi realizada em ambos os locais. A investigação será devidamente acompanhada pelo Ministério Público (MP), órgão responsável pelo controle externo das polícias."

Ex-pedreiro, o criminoso comandava a maior milícia do Rio, conhecida nos últimos anos como Bonde do Ecko. Ela é a continuação da antiga Liga da Justiça, fundada pelos irmãos Jerominho e Natalino Guimarães na zona oeste da cidade. Hoje, o grupo está presente em municípios da região metropolitana e expandiu suas áreas e formas de atuação

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