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Grávidas, usuárias de crack se prostituem para manter vício no Rio; veja vídeo 

O repórter especial Vinícius Dônola acompanhou a rotina de quatro dependentes químicas

Rio de Janeiro|Do Domingo Espetacular, com R7

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Maioria dessas mulheres nem sabem sequer o pai dos bebês
Maioria dessas mulheres nem sabem sequer o pai dos bebês

Uma reportagem especial de Vinícius Dônola, exibida no Domingo Espetacular, no domingo (6), mostrou o drama de quatro mulheres viciadas em drogas grávidas. Todas já foram mães outras vezes, são moradoras de rua e, frequentemente, fazem uso de entorpecentes como o crack.

As mulheres não fazem o tratamento pré-natal. Isso aumenta as chances de os bebês nascerem doentes.


Taiana não sabe quem é o pai do bebê que espera. Ela faz programa para sustentar o vício do crack e engravidou de um dos clientes.

— Eu tenho namorado, mas engravidei de um programa.


Mesmo grávida, Taiana continua a se prostituir. A mulher cobra de R$ 20 a R$ 30 reais por programa.

Por determinação da Justiça do Rio, crianças recém-nascidas dessas mães são levadas para um abrigo público, que fica em um bairro vizinho a uma das principais cracolândias do Rio.


Para Jair Braga, diretor da maternidade-escola, as mães não têm a menor condição de cuidar dos bebês.

— É muito importante que essas crianças recebam o cuidado devido e isso não pode ser oferecido por essas moradoras de rua. 

Assista ao vídeo:

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