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Henry Borel: veja como Monique Medeiros e Jairinho estão posicionados no Tribunal do Júri

Com camiseta com foto de Henry, Monique Medeiros acompanha a sessão; Jairinho veste preto

Rio de Janeiro|Do R7

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Vestindo camisa branca com imagem de Henry, Monique Medeiros permanece sentada durante sessão Reprodução/ RECORD

Durante a sessão do Tribunal do Júri que julga a morte do menino Henry Borel, os réus Monique Medeiros e Dr. Jairinho ocupam posições definidas dentro do plenário, seguindo o protocolo do Judiciário do Rio de Janeiro.

Os dois permanecem sentados em locais distintos, acompanhados por seus advogados, de frente para o juiz responsável pelo julgamento e para o conselho de sentença, formado pelos jurados.


Monique e Jairinho estão separados por cerca de dois metros.

Dr. Jairinho, vestido de preto, está posicionado ao lado de sua defesa, em uma das laterais do plenário. O ex-vereador acompanha os trabalhos sentado, com escolta próxima, mantendo conversas frequentes com os seus advogados.


Monique Medeiros, mãe de Henry, permanece sentada separadamente, também ao lado de seus advogados. Ela acompanha a leitura dos autos e as manifestações da acusação e da defesa.

Ao contrário de Monique, Jairinho mantém o olhar erguido, acompanhando com os olhos os acontecimentos do júri.


À frente dos réus está o juiz, responsável por conduzir os trabalhos, enquanto os jurados ficam acomodados em local estratégico, de onde têm visibilidade direta tanto dos réus quanto das partes envolvidas no processo.

Plenário do Tribunal do Júri com sete jurados responsáveis pelo veredicto do caso Henry Borel

O Ministério Público e os assistentes de acusação, por sua vez, ocupam posição oposta às defesas, voltados para o plenário e para os jurados. Familiares de Monique e Jairinho acompanham a sessão em área destinada ao público, respeitando as regras de segurança e organização do tribunal.


A disposição dos réus no plenário segue critérios legais e busca garantir a condução do julgamento, o direito de defesa e a transparência do processo.

Ao todo, 27 testemunhas devem ser ouvidas no julgamento, que também terá a participação de 7 jurados, além dos advogados de defesa e da promotoria, responsáveis pelos debates.

O julgamento deve se estender por vários dias, com depoimentos, laudos periciais e argumentos das duas partes. A promotoria não tem dúvidas sobre a autoria dos crimes pelos suspeitos. Eles negam.

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