Rio de Janeiro Justiça nega pedido para desativar Hospital de Campanha do Maracanã

Justiça nega pedido para desativar Hospital de Campanha do Maracanã

Na decisão, o desembargador afirmou que o país atingiu 1 mil mortes diárias por covid-19, o que demonstra ser uma doença imprevisível

Justiça determina que Hospital de Campanha do Maracanã continue aberto

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O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) negou o pedido do Governo do Estado para desativar o Hospital de Campanha do Maracanã, na zona norte do Rio.

O presidente do órgão, desembargador Cláudio de Mello Tavares, afirmou que “não se pode alegar a imprevisibilidade das consequências da pandemia”, já que o Brasil atingiu a marca de 1.000 mortes diárias causadas pela covid-19. Ele considera o cenário crítico e preocupante.

Na decisão, Tavares destaca que o Rio de Janeiro vive um estado de calamidade e cabe ao poder público garantir meios de ajudar a população. Ele também afirma que não há municípios que registraram bandeira verde, ou seja, baixo risco de transmissão da doença.

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Contrariando a justificativa do poder estadual, o desembargador não acredita que o funcionamento do hospital de campanha traga prejuízos a economia do estado.

No entanto, a medida não vale para o Hospital de Campanha de São Gonçalo, na região metropolitana. A unidade começou a ser desmobilizada nesta quinta-feira (20).

O TJ-RJ afirma ainda que a decisão tem o intuito de evitar maiores danos à população fluminense. Até a última quinta-feira (20), o Rio de Janeiro registrou 205.916 casos confirmados e 15.074 óbitos causados pelo novo coronavírus, segundo dados do Governo do Estado.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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