Rio de Janeiro Mãe de Henry Borel diz ter sido intimidada por advogada em prisão

Mãe de Henry Borel diz ter sido intimidada por advogada em prisão

Segundo denúncia, profissional ligada a pai de Jairinho teria forçado Monique Medeiros a assumir culpa pela morte do filho

Monique teria sido intimidada

Monique teria sido intimidada

Tânia Rêgo/ Agência Brasil

A defesa de Monique Medeiros, acusada de participação na morte do filho Henry Borel, afirmou que a professora foi intimidada na prisão por uma advogada que teria sido contratada pelo pai de Jairo Santos Souza Júnior. 

De acordo com a denúncia, a advogada Flávia Fróes teria ido ao Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na zona norte do Rio, no último dia 7, onde teria forçado Monique a assinar um documento assumindo sozinha a culpa pela morte de Henry.

Os advogados do padrasto do menino, que também é réu no processo, divulgaram uma nota de repúdio à suposta ação da advogada e afirmaram que o ex-vereador não tem envolvimento com a ameaça.

Procurada pela Record TV, Flávia Fróes não se manifestou sobre as acusações. Já o coronel Jairo, em nota, disse acreditar na inocência de Monique e do filho quanto à morte do menino.

A defesa de Monique Medeiros pediu a cópia do livro de visitas do presídio à Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) e solicitou imagens de câmeras de segurança.

O R7 entrou em contato com a Seap que informou: "em relação à visita da advogada, não existe determinação judicial que impeça o exercício da advocacia em atendimento à interna citada ou que limite o atendimento aos advogados inscritos no processo".

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