Mais dois presos ligados ao Comando Vermelho são transferidos para presídio federal após megaoperação no Rio
“Da Marinha” e “Waguinho de Cabo Frio” estavam na lista dos 10 nomes indicados pelo governo para permanecerem fora do estado
Rio de Janeiro|Raian Cardoso, da RECORD

Dois presos ligados ao Comando Vermelho foram transferidos, na manhã deste sábado (20), para um presídio federal. Rian Maurício Tavares Mota, conhecido como Da Marinha, e Wagner Teixeira Carlos, o Waguinho de Cabo Frio, estão na lista dos 10 nomes solicitados pelo governo do estado do Rio de Janeiro para inclusão em unidades federais após a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão — sete presos já haviam sido levados para penitenciárias fora do estado.
A transferência foi feita sob um forte esquema de segurança, montado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, que destacou que todas as normas e protocolos para esse tipo de operação foram rigorosamente cumpridos.
Segundo as investigações, Rian Maurício Tavares Mota era homem de confiança das lideranças do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Ele atuava como operador de drones da facção, tecnologia utilizada tanto para monitorar a movimentação policial quanto para planejar ataques contra grupos rivais, ampliando o poder de atuação do tráfico na região.
Já Wagner Teixeira Carlos, o Waguinho de Cabo Frio, é apontado como importante liderança do Comando Vermelho na Região dos Lagos, com forte influência criminosa em Cabo Frio e municípios do entorno.
Os dois presos foram levados no mesmo avião que trouxe ao Rio de Janeiro o traficante Douglas Ferreira da Silva, conhecido como DG. A aeronave desembarcou com DG na capital fluminense e, em seguida, partiu de Cabo Frio levando Rian e Waguinho para a unidade federal, concluindo a operação ainda nesta manhã.
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