Menino de 2 anos deixado morto em UPA foi asfixiado, atesta laudo
Criança estava na casa da tia, no Complexo do Chapadão. Principal suspeito é marido da parente, que fugiu após levá-lo à unidade
Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*, com Record TV Rio
O menino Alef Rodrigues, de dois anos, morreu por traumatismo craniano em decorrência de ação contundente e asfixia por esganadura na zona norte do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (22). Isto foi o que atestou o laudo de óbito da criança.

Deixado já sem vida na UPA de Costa Barros, o bebê apresentava lesões externas. A Secretaria Municipal de Saúde havia informado que o homem que o levou à unidade não quis se identificar. No entanto, a família já tomou conhecimento que o rapaz se trata do marido da tia paterna de Alef.
Segundo a mãe da vítima, Marcele Rodrigues, o filho estava há três semanas na casa dessa tia, no Complexo do Chapadão. "Ela [tia] me mandou mensagem perguntando se eu não deixava ele [Alef] passar uns finais de semana na casa dela, porque ela estava com saudades dele", comentou Marcele.
Em entrevista à Record TV Rio, Marcele contou que recebia fotos e vídeos do menino quase todos os dias. A tia da criança informou à polícia que deixou Alef com o marido e a filha de 9 anos de idade para ir trabalhar. Ao chegar em casa, encontrou o menino morto com muitos hematomas.
O homem está desaparecido desde então. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso.
*Estagiária do R7, sob supervisão Celso Fonseca















