Logo R7.com
RecordPlus

MPRJ prende administradores de bingo clandestino ligado ao bicheiro Rogério de Andrade, na zona sudoeste do Rio

Os quatro presos são acusados de operar o estabelecimento “Espaço Classe A Recreio”

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O MPRJ prendeu administradores de um bingo clandestino no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro.
  • Quatro pessoas foram alvos de mandados de prisão preventiva por operação de jogos de azar no estabelecimento chamado “Espaço Classe A Recreio”.
  • Os administradores Ana Paula Novello e Francesco Novello, além de outros dois, são acusados de movimentar altas quantias de dinheiro e causar prejuízos a jogadores.
  • A operação se baseou em investigações iniciadas durante a Operação Calígula, contra a organização criminosa de Rogério e Gustavo de Andrade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bingo clandestino movimentava alta quantidade de dinheiro por dia e gerava prejuízo aos jogadores Reprodução/Ministério Público do RJ

O MPRJ (Ministério Público do RJ) realizou, na última quarta-feira (11), uma operação e prendeu os administradores de um bingo clandestino, no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro, ligado ao grupo criminoso dos bicheiros Rogério de Andrade e Gustavo de Andrade.

Seis pessoas foram denunciadas pelo crime de organização criminosa, e quatro foram alvos de mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça, a pedido do MPRJ.


De acordo com a denúncia, eles são acusados de operar o estabelecimento clandestino de exploração de jogos de azar “Espaço Classe A Recreio”.

As investigações identificaram que Ana Paula Alexandre Novello e Francesco Novello Neto eram os administradores da loja. A denúncia destaca o alto volume de dinheiro movimentado diariamente no local e o prejuízo financeiro causado aos jogadores.


Também foram denunciados o gerente Thiago Perdomo Magalhães, o “Batata”, e o supervisor Marconi da Silva Borba. Os quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca e Taquara.

O MPRJ ainda acusa de integrar o grupo criminoso Ruy Orlando Rocha Monteiro e Roberto Nogueira Figueiredo, que tinham a função de captar clientes e auxiliar na operação das máquinas, conhecidos como “atracadores”.


A apuração teve início a partir das prisões e apreensões realizadas durante a Operação Calígula, deflagrada em 2022 contra a organização criminosa liderada pelos contraventores Rogério e Gustavo de Andrade.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.