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MPRJ prende policial civil apontado como chefe de grupo que exigia propina de estabelecimentos ilegais

Segundo as investigações, cobranças eram feitas a ferros-velhos, casas de prostituição e bingos clandestinos

Rio de Janeiro|Do R7

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Maioria dos agentes envolvidos era lotada na Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) do centro Fernando Frazão/Agência Brasil

O MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) prendeu nesta terça-feira (8) um policial civil aposentado acusado de exigir propina de estabelecimentos ilegais. Contra Alcino Luiz Costa Pereira havia um mandado de prisão em aberto.

Ele é apontado como o chefe de um grupo de policiais civis que fazia cobranças a donos de casas de prostituição, bingos clandestinos e ferros-velhos para evitar investigações.


Segundo o MPRJ, o agente também seria responsável pela organização e distribuição das cobranças entre os policiais e teria uma comunicação direta com os proprietários.

Os crimes teriam ocorrido entre 2018 e 2022. A maioria dos agentes envolvidos era lotada na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) do centro da capital fluminense.


Alcino e outros cinco agentes foram denunciados pelo Ministério Público por corrupção passiva. A ação é um desdobramento da operação “Fim da Linha”, que tem o objetivo de combater esquemas de corrupção em delegacias especializadas do Rio de Janeiro.

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