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Operação apura esquema operado por ex-bombeiro preso pela morte de Marielle Franco

A esposa de Maxwell Simões foi ouvida na sede da Polícia Federal, no centro do Rio, e teve o celular e o carro apreendidos

Rio de Janeiro|Do R7, com Record TV Rio


PF e MPRJ cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão
PF e MPRJ cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão

Um esquema clandestino de distribuição de TV operado pelo ex-bombeiro Maxwell Simões, preso por envolvimento no assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, foi alvo de uma ação conjunta da Polícia Federal e do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), na manhã desta sexta-feira (4).

Os agentes estiveram em endereços da zona norte do Rio de Janeiro para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão.

Segundo informações da Record TV, a esposa de Maxwell foi ouvida na sede da Polícia Federal, no centro. Os agentes apreenderam o celular e o carro usado por ela. 

De acordo com as investigações, existe a suspeita de que o esquema ilegal tenha sustentado as famílias de envolvidos nas mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.

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A advogada Fabíola Garcia afirmou que não poderia comentar o depoimento da mulher do ex-bombeiro, Aline Siqueira, em razão de o caso estar sob sigilo. 

A defesa disse ainda não ter tido acesso ao processo e negou qualquer participação de Aline no crime de lavagem de dinheiro.

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No último dia 24, Maxwell Simões Correa, conhecido como Suel, voltou para a prisão após ter sido citado na delação premiada de um dos acusados de participação no caso Marielle, o ex-PM Élcio de Queiroz. 

Na versão apresentada por Queiroz, Suel teria participado da preparação para o homicídio e da ocultação das provas do crime. A defesa do ex-bombeiro negou as acusações.

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Suel foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília, por decisão da Justiça do Rio na ordem de prisão. 

Ele já havia sido detido em 2020 e, posteriormente, condenado por atrapalhar as investigações da morte de Marielle e Anderson. 

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