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OS quer receber R$ 128 mi para concluir hospitais de campanha

Advogado da Iabas disse que recorreu do bloqueio imposto pelo TCE-RJ. Após reunião com iniciativa privada, transferência de gestão segue em aberto

Rio de Janeiro|Raíza Chaves, do R7*, com Record TV Rio

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Hospital do Maracanã é o único em funcionamento
Hospital do Maracanã é o único em funcionamento

A Organização Social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde) quer receber a segunda da parcela do contrato com o governo estadual no valor de R$ 128 milhões - bloqueada pelo TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado) devido às suspeitas de irregularidades - para dar continuidade à construção de seis hospitais de campanha do Estado do Rio.

O advogado da Iabas, Gustavo Guedes, disse que recorreu da decisão, já, que segundo ele, sem o valor não será possível concluir as obras nem administrar o único hospital inaugurado pela OS, que é a unidade do Maracanã, na zona norte do Rio. 


"Nós apresentamos hoje um recurso ao Tribunal de Contas, apresentamos uma prestação de contas da primeira parcela que nós recebemos do Estado, inclusive solicitei uma reunião com o relator e estou aguardando a resposta. No nosso recurso, fica muito claro que, se perdurar essa liminar proibindo esse pagamento, sem dúvida nenhuma, para-se a operação. Era para ter sido feito um novo pagamento ontem e não foi feito. E em breve não terá mais recursos para terminar as obras e, inclusive, para seguir no atendimento do Maracanã", disse o advogado. 

Diante do impasse, a Iabas se reuniu com os representantes da iniciativa privada, nesta terça-feira (2), para discutir a transferência da gestão dos hospitais para um consórcio. Após o encontro, ficou definido que amanhã será feita uma visita técnica nas unidades de São Gonçalo, Nova Iguaçu e Duque de Caxias.


Em nota, a OS informou que a iniciativa privada deve levar ainda sete dias para analisar os valores da contratação e definir o formato de ingresso na operação. 

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De acordo com a Record TV Rio, a Iabas já recebeu R$ 256 milhões dos R$ 836 acertados para construir e gerir os sete hospitais de campanha do Estado.

No entanto, em meio às investigações sobre fraudes em contratos para aquisição de equipamentos e montagens das unidades, além dos atrasos em inaugurações, o governo estadual comunicou à OS a decisão de passar a gestão dos hospitais para a iniciativa privada.

*Sob supervisão de Bruna Oliveira 

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