Perícia revela que feijão pintado era impróprio para o consumo
Suspeito preso por fraudar o produto sabia que estava cometendo um crime, segundo a delegada responsável pela investigação
Rio de Janeiro|Bruna Oliveira, do R7, com Rael Policarpo, da Record TV Rio

O homem de 43 anos preso por pintar feijões de verde, com intuito de vender os grãos como se fossem do tipo corda e aumentar o lucro, sabia que estava cometendo um crime, segundo a delegada responsável pelo caso, Carina Bastos.
As investigações apontaram que o suspeito deixava o feijão-fradinho de molho e, em seguida, usava corante artificial para tingi-lo e dar a aparência do feijão-de-corda.
Em entrevista à Record TV Rio, a delegada mostrou que o corante chegava a sair na mão. Além disso, Carina Bastos disse que a perícia revelou que a umidade encontrada no feijão deixava-o impróprio para o consumo.

O homem vendia o produto em feiras de São Gonçalo, na região metropolitana, e de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
Ele disse ter aprendido a fraude em São Paulo e que aplicava o golpe havia cerca de um ano no Rio de Janeiro.
O caso foi descoberto após a polícia ter acessado um relato enviado por meio do Disque-Denúncia.
Além do preso, outro homem também foi indiciado por crime contra o consumidor. No entanto, ele não foi localizado.















