Logo R7.com
RecordPlus

PF investiga desmatamento ilegal em área do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico

Responsáveis por imóveis foram notificados, mas continuaram corte de árvores e adotaram postura hostil

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal realizou a Operação Corte Raso para combater desmatamento ilegal no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
  • Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos na zona sul da cidade, em resposta a denúncias de obras irregulares.
  • Foi constatado corte indevido de árvores nativas da Mata Atlântica e expansão de imóveis em área não edificável.
  • Responsáveis pelos imóveis continuam com práticas ilegais e podem enfrentar até 19 anos de reclusão, além de multas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da PF cumpriram dois mandados de busca e apreensão no bairro da zona sul Reprodução/Polícia Federal

A Polícia Federal realizou a Operação Corte Raso com o objetivo de coibir o desmatamento ilegal decorrente da expansão de imóveis localizados em área pertencente ao Instituto de Pesquisas Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, durante a terça-feira (10).

Na ação, policiais federais da DMA (Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente), com o apoio do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), cumpriram dois mandados de busca e apreensão no bairro da zona sul.


As investigações tiveram início a partir de uma notícia-crime apresentada pelo Instituto, que apontava a existência de obras irregulares em imóveis na rua João Evangelista da Rosa, dentro do perímetro da instituição.

Segundo informações, foram constatados indícios de irregularidades graves relacionadas ao corte indevido de árvores nativas da Mata Atlântica e à expansão de imóveis em área não edificável.


Mesmo após notificados, os responsáveis pelos imóveis teriam mantido as práticas ilegais e adotado postura hostil em relação aos servidores do Instituto.

Os investigados poderão responder por crimes ambientais relacionados à destruição de vegetação nativa da Mata Atlântica, corte de árvores em área de preservação permanente, dano à unidade de conservação, construção em solo não edificável, invasão de terras da União e por desobediência.


As penas somadas pelos crimes podem chegar a 19 anos de reclusão, além de multa.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.