PF prende pediatra e professor por exploração sexual infantil em Angra dos Reis (RJ)
Homens aliciavam crianças e adolescentes, além de compartilhar cenas de abuso na internet
Rio de Janeiro|Do R7
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A PF (Polícia Federal) deflagrou a Operação Classificação de Risco, na última quinta-feira (5), com o objetivo de apurar condutas relacionadas ao abuso sexual infantil, e prendeu um médico pediatra e um professor, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Na ação, agentes cumpriram o mandado de prisão temporária contra o médico, que atua nas redes pública e privada de saúde dos municípios de Angra e Rio Claro.
Além disso, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência do investigado, em uma unidade de pronto atendimento da rede pública e em um hospital particular, todos em Angra dos Reis. Durante as diligências, materiais de interesse da investigação foram apreendidos e serão submetidos à análise pericial.
As investigações tiveram início a partir de monitoramentos realizados pela PF, para identificação de ações suspeitas ligadas ao armazenamento e compartilhamento de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantil na internet.
A partir disso, foi possível identificar o suspeito. O aprofundamento das investigações revelou indícios de aliciamento de crianças e adolescentes para fins sexuais, com atuação predominante nos municípios de Angra dos Reis e Paraty.
O desdobramento das apurações revelou ainda a participação de um professor da rede pública de ensino, que foi conduzido para prestar esclarecimentos e posteriormente liberado.
Após diligências e análises policiais, a autoridade representou pela prisão do investigado e, no dia seguinte, a Justiça expediu o referido mandado de prisão temporária.
Os policiais federais cumpriram o mandado de prisão temporária contra o professor, além do mandado de busca e apreensão em sua residência, no Parque Mambucaba, em Angra dos Reis. Na ação, materiais de interesse da investigação foram apreendidos e serão submetidos à análise pericial.
Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário do estado, onde permanecerão à disposição da Justiça.
O médico responderá pelos crimes de armazenamento de mídias contendo cenas de abuso sexual infantil, estupro de vulnerável, exploração sexual infantojuvenil e associação criminosa.
Já o professor responderá por compartilhar conteúdo contendo cenas de abuso sexual infantil e por aliciar crianças e adolescentes para fins de exploração sexual.
As investigações prosseguirão com o objetivo de identificar eventuais vítimas e outros possíveis envolvidos nas condutas apuradas.
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