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PMs acusados de fraude no caso Kathlen Romeu são julgados no Rio de Janeiro

Kathlen Romeu, grávida de 4 meses, foi atingida por um tiro de fuzil durante uma operação no Complexo do Lins, em 2021

Rio de Janeiro|Do R7

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Jovem estava visitando a avó quando foi surpreendida pelo tiroteio Reprodução/ Instagram @eukathlenromeu

Quatro anos após a morte da designer de interiores Kathlen Romeu, cinco policiais militares começam a ser julgados nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, por fraude processual e falso testemunho.

Kathlen, de 24 anos e grávida de quatro meses, foi atingida por um tiro de fuzil no tórax durante uma operação policial no Complexo do Lins, na zona norte da cidade, em junho de 2021. Segundo o MP (Ministério Público), os PMs são acusados de alterar a cena do crime e mentir em depoimentos para simular um confronto que não aconteceu.


O julgamento acontece no auditório da Justiça Militar, no Centro do Rio, e será conduzido pelo Conselho Especial de Justiça — formado por um juiz e quatro oficiais da PMERJ (Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro).

Segundo o MP, há provas de que os agentes recolheram cápsulas de munição, plantaram evidências e mudaram versões dos fatos ao longo da investigação. A jovem estava visitando a avó quando foi surpreendida pelo tiroteio.


Kathlen e o bebê que esperava não resistiram. Desde então, o caso se tornou símbolo da luta contra a violência policial e pela responsabilização de agentes do Estado.

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