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Polícia volta à Rocinha após novas pistas sobre paradeiro de Amarildo

Um PM que estava de serviço no dia do sumiço do pedreiro deu mais detalhes sobre o caso

Rio de Janeiro|Do R7

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Os agentes fizeram uma megaoperação em busca dos restos mortais de Amarildo na sexta-feira, sem sucesso
Os agentes fizeram uma megaoperação em busca dos restos mortais de Amarildo na sexta-feira, sem sucesso

Policiais da Divisão de Homicídios voltaram à Rocinha, na zona sul do Rio, na tarde desta segunda-feira (14) para checar novas pistas sobre a localização do corpo do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza.

A operação foi planejada após um policial militar, que estava na comunidade no dia do desaparecimento de Amarildo, em 14 de julho, prestar depoimento no Ministério Público. Ele teria dito que, naquele dia, foi obrigado a esperar dentro do contêiner da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), junto com outros agentes, enquanto uma sessão de tortura era realizada perto dali. O PM, que não teve a identidade revelada, teria escutado barulhos de agressões e choques e, em seguida, percebeu uma movimentação em uma mata próxima. Ele ainda teria apontado outros cinco PMs como envolvidos no crime, além dos dez que já foram indiciados.


Na sexta-feira, cerca de 70 policiais civis, acompanhados por bombeiros e cães farejadores fizeram uma megaoperação em busca dos restos mortais de Amarildo na Rocinha. Nada foi encontrado.

De acordo com o inquérito policial, o ajudante de pedreiro morreu após ser torturado por policiais militares da UPP para denunciar a localização de armas e drogas do tráfico. Entre os responsáveis pela morte, segundo as investigações, está o major Edson Santos, que comandava a UPP.

Assista ao vídeo:

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