Rio de Janeiro Polícias Civil e Rodoviária Federal prendem acusados de tráfico de armas no Rio de Janeiro

Polícias Civil e Rodoviária Federal prendem acusados de tráfico de armas no Rio de Janeiro

Anderson Luiz Miguel, identificado como Anderson Alves da Silva, coordenava quadrilha de condomínio na Barra

Reprodução

As polícias Civil e Rodoviária Federal realizam uma operação para cumprir quatro mandados de prisão contra uma quadrilha de traficantes de armas, além de cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um casal de empresários.

Anderson Alves da Silva e Tatiana do Nascimento Rodrigues, presos durante a operação, estavam juntos há cinco anos e tinham uma loja de importação no Méier, zona norte do Rio, e uma empresa de construção.

Segundo as investigações, Anderson fazia parte de um grupo responsável pelo carregamento de fuzil e pistola interceptados pela PRF em Mangaratiba, no mês de fevereiro. As armas eram transportadas por um casal que vinha de Santa Catarina para o Rio e foi autuado por porte ilegal de arma de fogo.

A partir desta prisão, foi aberto um procedimento na Desarme (Delegacia Especializada em Armas e Explosivos) e solicitada a quebra do sigilo do telefone encontrado com o casal Kauane e Jeferson.

Ao longo das investigações, Anderson foi identificado como chefe de Jeferson que coordenada, do condomínio onde morava na Barra da Tijuca,  a compra de armas e munições nos estados de Paraná e Santa Catarina para serem enviadas ao Rio de Janeiro. Ao menos duas viagens realizadas por Jeferson por ordem de Anderson foram identificadas.

De acordo com a polícia, Anderson fazia transações financeiras, enviando e recebendo dinheiro das atividades ilegais, além de monitorar o trajeto dos transportes a partir de um aparelho GPS que enviou para Jeferson instalar no veículo.

O setor de inteligencia da PRF e a Desarme descobriram também que Anderson tinha assumido identidade falsa ao vir para o Rio em 2017 e que seu nome verdadeiro é Anderson Luiz Miguel, chefe do tráfico em Pontal do Paraná, onde já havia sido preso e era considerado fugitivo.

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