Rio de Janeiro Prima diz que aluno da PM pediu perdão após matar jovem no RJ

Prima diz que aluno da PM pediu perdão após matar jovem no RJ

Segundo parentes, o suspeito era amigo da família e estava alcoolizado. Já a PM disse que ele será ouvido e que apura com quem estava a arma

  • Rio de Janeiro | Isabela Afonso, do R7*, com Anabel Reis, da Record TV Rio

Um jovem de 20 anos morreu após ser baleado na cabeça no bairro de Imbariê, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na última segunda-feira (16). A família de Rômulo Gabriel Faria da Silva apontou um aluno do curso de formação da Polícia Militar como o autor do crime.

Jovem foi baleado na cabeça

Jovem foi baleado na cabeça

Reprodução / RecordTV Rio

Em entrevista à Record TV Rio, a prima da vítima, Simone Rosa, que testemunhou o disparo, disse que o suspeito é um amigo da família.

Segundo Simone, o homem estava alcoolizado e teria se assustado com a aproximação de Gabriel após o jovem desembarcar de um carro de aplicativo.

Os parentes acreditam que o suspeito atirou por não ter reconhecido a vítima.

"Ele ficou desesperado porque viu a gente gritando, meus filhos gritando. Ele ficou desnorteado, até abraçou o pai do meu primo e pediu perdão. Ele disse que 'não queria ter feito isso'. Mas já tinha feito. Depois disso, na movimentação, começou a aglomerar pessoas, e não sabemos para onde ele foi", afirmou Simone. 

A Polícia Militar informou, por meio de nota, que um aluno, possivelmente envolvido no acontecimento, se apresentou ao comando do Cefap (Centro de Formação de Aperfeiçoamento de Praças) para ser ouvido nesta tarde. Um procedimento apuratório interno foi instaurado para analisar as circunstâncias do fato.

A corporação esclareceu ainda que o aluno não tem porte de arma e que é prematuro afirmar que ele estava armado. De acordo com a Polícia Militar, houve um desentendimento entre as partes, e ainda está sendo apurado com quem estaria o armamento. 

Na tarde desta terça-feira (17), familiares e amigos fizeram uma manifestação em homenagem ao jovem. A DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) investiga o caso. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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